Baião de dois
CearáArroz e feijão de corda cozidos juntos, com queijo coalho, nata e coentro.
Bareia
Cozinha nordestina
Abrimos em outubro, no Rio e em São Paulo
Cozinha nordestina de verdade em duas casas: baião no ponto, carne de sol na chapa e um lounge que só fecha quando o último narguilé apaga.
Pratos que atravessaram gerações, feitos do jeito que se faz lá no Norte.
Sofá baixo, luz quente e essências da casa até tarde.
Barra da Tijuca, no Rio, e Brooklin, em São Paulo. Mesmo cardápio nas duas.
Bareia é bar e é areia. É a comida do sertão que desceu para o litoral e ficou: a panela que não tem hora para sair do fogo, a mesa que junta gente demais e a conversa que só termina quando alguém apaga a luz.
A cozinha trabalha com receitas de família, do jeito que foram passadas. A mesma carne curada ao sol, o mesmo feijão de corda, o mesmo tempo de panela — nada foi adaptado para ficar mais leve ou mais rápido. Do outro lado, o lounge fica com a parte da noite: luz baixa, narguilé da casa e conversa que se estende.
Se ajeite e coma, meu rei
Quatro pratos que resumem a casa, do sertão ao litoral. Chegam quentes, servidos para dividir.
Arroz e feijão de corda cozidos juntos, com queijo coalho, nata e coentro.
Curada ao sol e grelhada na chapa, servida com macaxeira na manteiga de garrafa.
Carne seca desfiada sob um purê de macaxeira, gratinado com queijo coalho.
Peixe do dia no caldo de leite de coco e dendê, na panela de barro, com pirão.
Depois do jantar, o salão dá lugar ao lounge: sofá baixo, luz em brasa e o narguilé montado na hora pela equipe da casa. Dá para vir só para isso também — a cozinha continua aberta para os petiscos.
Quatro funções abertas nas duas casas: garçonete, barista, atendente e recepcionista. Salário de R$ 4.000,00, escala 5x2 presencial. A inscrição leva menos de um minuto.
Ver as vagas